terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Violência no Rio

Continuando...

A prefeitura assumiria depois. As entidades e associações administram os centros de lazer e cultura. Imagine o bairro da Maré, ou do Jacaré, da Rocinha, do Alemão. Á pouco tempo, o exercito fez treinamento num bairro pobre do Rio. Cuidaram da saúde, dos direitos, educação e lazer da população. Treinavam para atender os haitianos. Nada contra o Haiti. Mas nós também precisamos. Pelo menos, de um treinamento permanente.
São essas e outras atitudes que podem revelar um Rio Novo, mais humano e respeitador para esse povo tão criativo, musical e bonito.

Essas grades não prendem mais.
Os seguranças desempregados.
Povo pobre, respeitado.
Com orgulho dos carnavais.

Não veremos morte no quartel
Nem no auge do verão
onde mora nossa inspiração.

Como no tempo de Noel.
Com balas de açúcar e bombas de chocolate.
E que todo jornal só relate.
As brancas nuvens do céu.

Desfigurado carrossel
Proteja o povo de São Sebastião.
Até dia, de nosso perdão.

Gustavo Moura Brasil


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